Junte o útil ao agradável: andar de bicicleta promove a saúde e a sustentabilidade

Andar de bicicleta é um exercício que acelera o metabolismo e faz com que o corpo queime calorias mais rapidamente

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Foto Ilustrativa: Divulgação

Considerada um transporte ecológico, simples, confiável e acessível, a bicicleta traz inúmeros benefícios para a saúde. A cardiologista da Unimed Vitória, Gracielly Barros, explica que as vantagens começam pelo emagrecimento: “Andar de bicicleta é um exercício que acelera o metabolismo, ou seja, faz com que o seu corpo queime calorias mais rapidamente. O resultado é um menor acúmulo de gordura no organismo e, consequentemente, uma silhueta mais magra”.

Pedalar é uma atividade que exige força dos músculos e envolve todo o corpo, incluindo os quadríceps, músculos das coxas, glúteos, braços, ombros, principalmente ao segurar o guidão dos dois lados para subir morros íngremes. O ciclismo aumenta a resistência física, reduz o colesterol e acelera o metabolismo. Isso faz com que as substâncias que geram o colesterol ruim (LDL) sejam rapidamente eliminadas.

Os passeios diários de bicicleta proporcionam diversas vantagens: aumento do fôlego; disposição para aguentar longas subidas e pedalar por longas distâncias; controle da pressão, o processo de contração e relaxamento arterial fica mais rápido durante a atividade, o que ajuda a equilibrar a pressão arterial; e a atividade física ajuda também no controle e prevenção da diabetes. “Uma pessoa diabética pode e deve praticar o ciclismo. A atividade ajuda a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis, reduzindo o risco de complicações cardiovasculares. Quem não é diabético, mas quer prevenir a doença, também deve incluir essa prática na rotina”, salienta a cardiologista.

Ao andar de bicicleta o corpo libera hormônios que causam a sensação de prazer e felicidade – endorfinas e serotoninas –, que ajudam no combate à depressão, ansiedade e estresse. A cardiologista alerta que não são todas as pessoas que podem decidir, repentinamente, pedalar por distâncias indefinidas: “A partir dos 35 anos é recomendado fazer uma avaliação cardiológica especializada, pois nessa faixa de idade muitas doenças silenciosas se iniciam. Acima dessa idade deve-se ir ao clínico e fazer uma avaliação rotineira com exames específicos dos aparelhos cardiocirculatório, pulmonar e ortopédico, checando as lesões crônicas que possam atrapalhar o exercício físico na bike”.

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