Instituto Ponte completa sete anos

Fundado e presidido por Bartira Almeida, a instituição comemora excelentes resultados e segue buscando contribuir para que os jovens que atende possam ascender socialmente e, com isso, mudarem a sua vida, da sua família e do seu entorno, em poucas gerações

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Bartira Almeida, presidente do IP. Foto: Divulgação

Única entidade do Estado no ranking das 100 melhores ONGs do Brasil (premiação do Instituto Doar, Ambev VOA e Instituto O Mundo Que Queremos), por três anos consecutivos, o Instituto Ponte (IP) está prestes a celebrar seu sétimo aniversário. Fundado e presidido por Bartira Almeida, a instituição comemora excelentes resultados e segue buscando contribuir para que os jovens que atende possam ascender socialmente e, com isso, mudarem a sua vida, da sua família e do seu entorno, em poucas gerações.

A contribuição do IP na educação dos jovens pode ser conferida nos bons desempenhos que a entidade vem colecionando desde que foi fundada. Vitórias como as dos jovens Larah Lethícia Dias (18 anos), Arthur Santos Pansini (18 anos) e Matheus Barcellos Leite (17 anos), alunos que, até o ano passado, eram bolsistas do ensino médio de escolas da rede privada em Vitória.

Antes de entrarem no IP, todos estudavam em escolas públicas. São de famílias em vulnerabilidade social, filhos de jardineiros, pescadores e outras profissões com rendas baixas, e moradores de bairros da periferia da Grande Vitória. Em poucos anos que os jovens vêm sendo atendidos pelo IP, eles já começam a ver suas vidas transformadas pela Educação.

Todos eles foram aprovados em importantes cursos superiores no Brasil. Hoje, Larah é estudante de Medicina da Unicamp, tendo sido aprovada também na Emescam, UVV e Multivix; e Arthur e Matheus estão cursando Engenharias do Insper (Mecatrônica e da Computação, respectivamente). Larah, Arthur e Matheus são apenas alguns exemplos dos bons resultados que o IP vem conquistando desde que foi fundado. Dentre eles, o índice de 100% de aprovação no Sisu/2001, nas universidades USP, UFMG, UFES, UFSB, IFES, UFC, UFRH e UFV, sendo 60% entre os 10 primeiros colocados e 71% dos seus alunos são destaques em olimpíadas acadêmicas desde 2015.

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