Espírito Santo tem nível de inglês baixo, segundo estudo da EF Education First

O Espírito Santo fez 463 pontos na avaliação, que vai até 800, e recebeu classificação de domínio da língua como “baixo”.

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Foto Ilustrativa: Divulgação

O Espírito Santo está entre os estados com um dos piores níveis no ranking do Índice de Proficiência de Inglês (EPI), da EF Education First na plataforma da EF English Live, maior escola on-line de inglês do mundo. A participação foi de mais de 2 milhões de pessoas de 112 países em que o inglês não é a língua nativa. O Espírito Santo fez 463 pontos na avaliação, que vai até 800, e recebeu classificação de domínio da língua como “baixo”.

“O levantamento mostra que o Estado está antenado em relação à importância de saber inglês para a vida pessoal e também profissional. Mas, apesar de um bom posicionamento, ainda há um longo caminho a percorrer”, avalia o Country Manager da EF English Live do Brasil, Wagner Domingues.

Fazem parte das classificações de nível baixo os estados do Mato Grosso do Sul (494), Ceará (490), Paraíba (483), Rio Grande do Norte (475), Sergipe (475), Goiás (468), Alagoas (467), Piauí (464), Bahia (462), Acre (461), Maranhão (461), Amapá (458), Amazonas (457) e Tocantins (453). O melhor nível conquistado no Brasil foi o moderado e o ranking da classificação é liderado por Minas Gerais (534), seguido pelo Paraná (532), Santa Catarina (527), Rio Grande do Sul (526) e Distrito Federal (521).

Em relação ao ranking global, o Brasil conquistou sete pontos a mais do que em 2020, saindo de 490 para 497, considerado nível muito baixo pela avaliação. Mesmo assim, essa elevação não foi suficiente para melhorar a posição no ranking, considerando que outros países tiveram melhores pontuações. Por isso, o país ficou em 60° lugar, atrás da Tunísia, de El Salvador, do Peru e do Irã.

O inglês no Brasil deve passar a ser considerado uma poderosa ferramenta de inclusão e empoderamento. Falar inglês facilita a entrada no mercado de trabalho e o desenvolvimento profissional, acadêmico e pessoal. Por exemplo, um pesquisador que sabe inglês tem acesso a uma gama de pesquisas relevantes no cenário mundial. O aprendizado do idioma melhora, inclusive, a capacidade de comunicação na própria língua materna. “Também é importante perceber a relevância do inglês para o fomento do comércio internacional, exportação de serviços e desenvolvimento do próprio país ”, ressalta Santos.

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