Rua da Lama terá polo gastronômico

As obras transformarão a rua da Lama em local de trânsito calmo, valorizando-a como local de entretenimento e convívio social

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Lançamento do edital de reurbanização da Rua da Lama foi realizado na sala de reuniões anexa ao gabinete do prefeito. Foto: Carlos Antolini

Por Felipe Mansur

Um espaço de convivência seguro e voltado ao pedestre. A Prefeitura de Vitória lançou na sexta-feira 28 o edital para as obras de reurbanização da avenida Anísio Fernandes Coelho, a popular rua da Lama, em Jardim da Penha, que ganhará um polo gastronômico, com investimento de R$ 4,5 milhões. As obras transformarão a rua da Lama em local de trânsito calmo, valorizando-a como local de entretenimento e convívio social.

Serão realizadas intervenções em trecho da avenida Anísio Fernandes Coelho e da rua Carijós, incluindo pistas de rolamentos de veículos, canteiro central e calçadas. Haverá estacionamento para carga/descarga na rua da Lama, além de permissão de estacionamento na rua Carijó e, para as Forças de Segurança, na rua Arthur Czartoryski.

O projeto engloba redução da velocidade dos carros e nivelamento entre via carroçável e calçadas. A ampliação do canteiro central terá áreas de convívio e espaço para feirinhas e atividades culturais. Serão implantados novo mobiliário urbano com bancos e pergolados. A nova rua da Lama terá, ainda, novo paisagismo, com plantio de novas árvores.

O calçadão para pedestres terá 3,8 metros em ambos os lados da via, revestidos com granito natural. As vias carroçáveis terão, em cada sentido, 3,5 metros de largura, revestidas com piso intertravado. Haverá, ainda, balizadores fixados para delimitar o fluxo de pedestres e veículos. A rua da Lama terá nova iluminação, fiação subterrânea e implantação de câmeras de videomonitoramento e implantação de paraciclos.

O prefeito Lorenzo Pazolini lembrou as ações da Prefeitura de Vitória, logo no início da gestão, para restabelecer a ordem no local: “A rua da Lama era um local de conflitos sociais. Eu estive lá com nossas equipes de fiscalização para entender o que se passava e pensar como poderíamos dar o mínimo de resolutividade. Tivemos sucesso. O local é, hoje, um ambiente muito mais acolhedor para todos, com muito menos reclamação dos comerciantes e moradores”.

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