Medalhista capixaba no vôlei de praia embarca para Tóquio

Cabeças-de-chave do Grupo D do torneio que será disputado no Shiokaze Park Stadium, no Parque Shiokaze, Alison Cerutti e o seu parceiro Álvaro Filho vão enfrentar Brouwer / Meeuwsen (Holanda), Lucena / Dalhausser (EUA) e Azad / Capogrosso (Argentina) na primeira fase da competição, que começa no dia 24

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Alison e Álvaro Filho, com o técnico Leandro Andreão, embarcam hoje 18 para a Tóquio-2020. Capixaba e paraibano, que são cabeças-de-chave do Grupo D

O capixaba Alison Cerutti e o seu parceiro Álvaro Filho embarcam hoje 18 para o Japão, aonde irão disputar os Jogos Olímpicos 2020+1. Cabeças-de-chave do Grupo D do torneio que será disputado no Shiokaze Park Stadium, no Parque Shiokaze, os brasileiros vão enfrentar Brouwer / Meeuwsen (Holanda), Lucena / Dalhausser (EUA) e Azad / Capogrosso (Argentina) na primeira fase da competição, que começa no dia 24.

Experiente e com duas medalhas (ouro na Rio-2016 e prata em Londres-2012), Alison diz que “se não tiver ‘frio na barriga’ tem alguma coisa errada… Essa adrenalina é importante, é uma sensação boa, de agora estarmos bem perto de um primeiro objetivo que era defender o Brasil nas Olimpíadas. Chegou a hora e vamos levar muita coisa na bagagem com a gente além do nosso material: o apoio, o carinho e a confiança das nossas famílias, dos nossos amigos e do povo brasileiro”.

A preparação, sob o comando de Leandro ‘Brachola’ Andreão (técnico campeão olímpico em 2016), foi a melhor possível, dentro dos limites impostos pela pandemia. Mas não há lamento. O foco está em fazer um bom campeonato, a cabeça já está em Tóquio e Alison e Álvaro Filho sabem bem o que espera pela dupla na caminhada rumo ao pódio na Ásia.

“Olimpíadas é um campeonato diferente, tudo é diferente, o ambiente, a pressão, é um torneio de tiro curto onde você não pode errar. E essas Olimpíadas serão ainda mais diferentes, tudo vai ser novo para todo mundo nesse momento que vivemos. Serão jogos únicos, inesquecíveis e muitas duplas, muitos países chegam fortes e candidatos à briga por medalhas. Não tem time fraco, não tem jogo fácil, para jogar Olimpíadas você precisa estar preparado para tudo. O equilíbrio é enorme”, frisou Alison.

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