Alegria e realização: 61 famílias recebem seus títulos de propriedade

A entrega dos Títulos de Regularização Fundiária foi realizada na quadra da Apae de Vitória, em Bento Ferreira, e teve a presença do prefeito Lorenzo Pazolini, e do presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso

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Foto: Divulgação/PMV

Por Flávia Mancilha

O fim da espera. Mais de 60 famílias de Vitória realizaram, na manhã de ontem 06), o sonho de ter reconhecido o seu direito e, agora, podem dizer que são proprietárias de seus imóveis. A entrega dos Títulos de Regularização Fundiária foi realizada na quadra da Apae de Vitória, em Bento Ferreira, e teve a presença do prefeito Lorenzo Pazolini, e do presidente da Assembleia Legislativa, Erick Musso.

Mais do que o reconhecimento de um direito e a segurança jurídica, o título abre uma janela de possibilidades às famílias, garantindo a elas mais dignidade humana. Sem os procedimentos realizados pelo município, os ocupantes teriam grande dificuldade de obter o documento de propriedade do seu imóvel.

“São pessoas que aguardavam por 15, 20, 30, 45 anos para terem as escrituras do seu imóvel, do seu chão. Sem dúvida é um momento de muita emoção e de realização para a Prefeitura de Vitória. Reafirmamos hoje o nosso compromisso com aqueles que mais precisam. Somente com ação e responsabilidade é possível trabalhar a cada dia mais por paz e igualdade na nossa cidade”, afirmou o prefeito Lorenzo Pazolini.

“Na vida pública nada valerá a pena se não for para entregar benefícios a quem mais precisa, sobretudo às famílias mais vulneráveis. A regularização fundiária mudará a realidade de mais de quatro mil famílias. Vitória, sob o comando do prefeito Pazolini, voltou a ter protagonismo”, disse o deputado Erick Musso.

Opiniões

Dona Edna Conceição dos Passos, moradora do bairro Consolação, que aguardava há 45 anos pela escritura do seu imóvel, era só felicidade. Ela foi a primeira das 61 pessoas a assinarem os documentos: “Meu sentimento é de muita alegria, depois de tanto tempo agora eu realmente tenho a minha casinha. Fui para lá quando ainda era um lixão, fomos limpando e construindo a história da nossa família, mas não era dona de nada. Hoje agradeço a Deus e à prefeitura pelo meu canto”.

Maria de Fátima Lauriano Ricardo, de 54 anos, do morro do Jaburu, passou mais da metade de sua vida esperando pela regularização da sua casa: “Há 30 anos tinha um documento que não tinha valor nenhum, que uma senhora que nem mora mais no bairro me passou. Graças a Deus, agora surgiu esse negócio da escritura certinho. Eu nem sabia o que tinha que fazer direito. Hoje eu estou aqui, feliz com a minha casa documentada! Agora, é só trabalhar e reformar o que é meu de direito”.

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